Nas diferentes propostas, os participantes tiveram então contacto com experiências práticas, como a produção de hidrogénio através de eletrólise e a aprendizagem sobre corrosão, a criação de fotografias a preto e branco com recurso a caixas antigas de diferentes origens e o treino de IA para identificar diferentes objetos. No desafio de marketing, foram convidados a desenvolver o seu próprio negócio a partir de temas sorteados, enquanto a oficina de encriptação os desafiou a encriptar e desencriptar mensagens utilizando uma palavra-chave.

Depois do almoço, a comitiva seguiu para a Escola Superior de Educação e Ciências Sociais (ESECS), onde decorreram sessões temáticas sobre temas tão diversos como o Desafio Suno, dedicado à criação do Hino da Portalegre IA Academy 2026, os mediadores de inclusão na era digital, o papel da Inteligência Artificial no jornalismo e a utilização da IA generativa na promoção turística.
No âmbito do Desafio Suno, dedicado à criação do Hino da Portalegre IA Academy 2026, a atividade desenvolvida pelos professores Adelaide Proença, Ana Balão e Luís Pinheiro consistiu na criação de um hino representativo da experiência vivida ao longo da semana. “A atividade consistiu na construção de um hino que representasse a experiência desta semana”, explica Adelaide Proença. Ana Balão acrescenta que a iniciativa procurou “desenvolver competências, nomeadamente o trabalho em equipa, a criatividade, a expressão linguística” e proporcionar aos estudantes a oportunidade de trabalharem conjuntamente “para a co-criação deste hino”. Adelaide Proença destaca ainda o objetivo de “representar o sentido de presença e sentido de identidade coletiva”.

O dia terminou em grande, com a já tradicional Sunset Party, que reuniu todos os participantes antes do regresso à REA.
Amanhã é dia de encerramento: a Portalegre IA Academy 2026 chega ao fim, mas fica a promessa de memórias para recordar.
Tomé Cunha escolheu participar nesta academia por considerar interessante o tema da Inteligência Artificial. “Escolhi participar nesta academia porque me parecia interessante o tema da IA”, explica. Até ao momento, a experiência tem sido positiva, considerando-a “bastante interessante”. O participante destaca ainda a importância de existirem atividades para além da componente educativa e acredita que, no futuro, levará consigo “muitos conhecimentos sobre a IA e as diferentes áreas do Politécnico”.
Tomé Cunha,






